*Sobre os Beatles*
Tá, eu sei. Me massacrem.
Troquei meu blog por um fotolog...Eu sei de tudo que vocês estão pensando. Mas, pô to de volta, não tô? Então não enche.
Ontem fui no Finnegans, lá conheci um cara que é "produtor"* dos beatles cover.
Nesse casual encontro tive uma epifania. Pois é, tinha esquecido o quanto amava Beatles e quanto eles me faziam pensar. Abandonei tudo por uma fase da minha vida. Linda, é verdade, mas...e quanto aos beatles?
E quanto a geração revolução... Somos um bando de folgados. Aproveitamos uma liberdade que nos foi entregue em uma decorada bandeja de prato.
E quanto aos poetas? E quanto ao Cazuza? E quanto aos cantos de liberdade?!? Sejam eles desde os mais simples, puramente africanos até "Pra não dizer que não falei das flores"?
Acho que nasci no tempo errado. Ou não.Viver assim é muito mais fácil. Pelo menos não tenho que queimar sutiãs em praça pública.
Ah! perdão, mas... que geração é a nossa? Coca-cola? Não. legião demais. Computador? Não, antigos demais. Video-game? é, taí quem sabe. Filhos do irreal. Cadê nosso pé no chão?
Por favor, preciso de algo palpável. Tô perdida no meu egocentrismo. Ele me engole através da TV e desse maldito video-game. Que bela droga de geração. Quer saber? Vou bolar um hino de liberdade em uma língua que eu não sei falar, tipo...Alemão e brincar de revolução. Sozinha.
E tudo isso era sobre os Beatles. Imagina se não fosse.
E hey, você que usa uma camiseta vermelha do Che e acha "o capital" um livro pró capitalismo...Me desculpe, vai. Não sou entendida de bosta nenhuma, mas tenho noção do ridículo.
Blog novo é sempre uma droga.
Troquei meu blog por um fotolog...Eu sei de tudo que vocês estão pensando. Mas, pô to de volta, não tô? Então não enche.
Ontem fui no Finnegans, lá conheci um cara que é "produtor"* dos beatles cover.
Nesse casual encontro tive uma epifania. Pois é, tinha esquecido o quanto amava Beatles e quanto eles me faziam pensar. Abandonei tudo por uma fase da minha vida. Linda, é verdade, mas...e quanto aos beatles?
E quanto a geração revolução... Somos um bando de folgados. Aproveitamos uma liberdade que nos foi entregue em uma decorada bandeja de prato.
E quanto aos poetas? E quanto ao Cazuza? E quanto aos cantos de liberdade?!? Sejam eles desde os mais simples, puramente africanos até "Pra não dizer que não falei das flores"?
Acho que nasci no tempo errado. Ou não.Viver assim é muito mais fácil. Pelo menos não tenho que queimar sutiãs em praça pública.
Ah! perdão, mas... que geração é a nossa? Coca-cola? Não. legião demais. Computador? Não, antigos demais. Video-game? é, taí quem sabe. Filhos do irreal. Cadê nosso pé no chão?
Por favor, preciso de algo palpável. Tô perdida no meu egocentrismo. Ele me engole através da TV e desse maldito video-game. Que bela droga de geração. Quer saber? Vou bolar um hino de liberdade em uma língua que eu não sei falar, tipo...Alemão e brincar de revolução. Sozinha.
E tudo isso era sobre os Beatles. Imagina se não fosse.
E hey, você que usa uma camiseta vermelha do Che e acha "o capital" um livro pró capitalismo...Me desculpe, vai. Não sou entendida de bosta nenhuma, mas tenho noção do ridículo.
Blog novo é sempre uma droga.

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