Absentricum mentis
A garota até já pensara em cortes. Seus antigos olhos brilhantes pareciam opacos e sem cor. - O que é vida sem alguém para gostar? Gargalhava a menina sobre si mesma.
Mas, derepente, esta idéia lhe pareceu séria e o que era riso virou pranto. Estava cansada de gostares não-correspondidos e, aqueles que eram correspondidos traziam consigo uma força universal que impedia continuidade.
Sua vida parecia a mesma. Todos os dias eram iguais e a única escapatória eram as óperas compostas inconscientemente sobre suas experiencias.
Em mais um dia comum, desses não especiais estava no quintal de sua casa sem paredes a garota à assoviar sua ópera predileta quando, no começo da rua surgem dois meninos: Um loiro de cabelo engraçadinho e um moreno de olhos sem brilho, ambos apressados demais para escutarem a ópera. A sorte é que a rua era comprida e fazia muito eco pois, já no final desta, quase virando a esquina a música alcançou a parte na qual a garota falava sobre seus amores sem futuro. O loiro e o moreno, inconscientimente juntos se viraram para observar daonde vinha toda aquela verdade e, a garota, percebendo os olhares sobre si se levantou.
Por algum tempo os 3 ficaram se encarando, mas nada pareceu mudar para eles quem, com o estalo de uma madeira acordaram e seguiram caminho. Porém, para a menina tudo fez sentido. Em sua pequena cabeça, a idéia de gostar de uma só pessoa se tornou tão absurda que ela não entendia como pudera pensar assim um dia.
E, no final, o que era tristeza continuou a ser tristeza, mas agora com um entendimento maior.
Nada mudou, somente as rosas de seu jardim. Pouco? Não. O suficiente.
Mas, derepente, esta idéia lhe pareceu séria e o que era riso virou pranto. Estava cansada de gostares não-correspondidos e, aqueles que eram correspondidos traziam consigo uma força universal que impedia continuidade.
Sua vida parecia a mesma. Todos os dias eram iguais e a única escapatória eram as óperas compostas inconscientemente sobre suas experiencias.
Em mais um dia comum, desses não especiais estava no quintal de sua casa sem paredes a garota à assoviar sua ópera predileta quando, no começo da rua surgem dois meninos: Um loiro de cabelo engraçadinho e um moreno de olhos sem brilho, ambos apressados demais para escutarem a ópera. A sorte é que a rua era comprida e fazia muito eco pois, já no final desta, quase virando a esquina a música alcançou a parte na qual a garota falava sobre seus amores sem futuro. O loiro e o moreno, inconscientimente juntos se viraram para observar daonde vinha toda aquela verdade e, a garota, percebendo os olhares sobre si se levantou.
Por algum tempo os 3 ficaram se encarando, mas nada pareceu mudar para eles quem, com o estalo de uma madeira acordaram e seguiram caminho. Porém, para a menina tudo fez sentido. Em sua pequena cabeça, a idéia de gostar de uma só pessoa se tornou tão absurda que ela não entendia como pudera pensar assim um dia.
E, no final, o que era tristeza continuou a ser tristeza, mas agora com um entendimento maior.
Nada mudou, somente as rosas de seu jardim. Pouco? Não. O suficiente.

1 Comments:
At 1:31 PM,
Anonymous said…
Rufos, às vezes eu começo a ler esses teus textos e fico achando que são sobre mim de tanto sentido que fazem no meu contexto!
T.amo princezuda
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