SONETO DA SEPRAÇÃO V. De Moraes
REPENTE DO RISO FEZ-SE O PRANTO
Silêncioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E DAS MÃO ESPALMADAS FEZ-SE O ESPANTO
De repente da calma fez-se o vento
QUE DOS OLHOS DESFEZ A ÚLTIMA CHAMA
E da paixão fez-se o pressentimento
E DO MOMENTO IMÓVEL FEZ-SE O DRAMA
De repente, não mais que de repente
FEZ-SE DE TRISTE O QUE SE FEZ DE AMANTE
E de sozinho o que se fez contente
FEZ-SE DO AMIGO PRÓXIMO O DISTANTE
Fez-se da vida uma aventura errante
DE REPENTE, NÃO MAIS QUE DE REPENTE.
http://g2.gigafoto.com.br/2005/04/05/1349986.jpg
Anastácia
REPENTE DO RISO FEZ-SE O PRANTO
Silêncioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E DAS MÃO ESPALMADAS FEZ-SE O ESPANTO
De repente da calma fez-se o vento
QUE DOS OLHOS DESFEZ A ÚLTIMA CHAMA
E da paixão fez-se o pressentimento
E DO MOMENTO IMÓVEL FEZ-SE O DRAMA
De repente, não mais que de repente
FEZ-SE DE TRISTE O QUE SE FEZ DE AMANTE
E de sozinho o que se fez contente
FEZ-SE DO AMIGO PRÓXIMO O DISTANTE
Fez-se da vida uma aventura errante
DE REPENTE, NÃO MAIS QUE DE REPENTE.
http://g2.gigafoto.com.br/2005/04/05/1349986.jpg
Anastácia

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